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30 janeiro, 2012
08 outubro, 2011
Eu não sei
Parece que a atitude vem se dissipando. Meus textos não
falam mais sobre meus gostos e tenho tido uma tendência ao caos do mundo. O que
será? Mudar é tão difícil. Me pego fazendo coisas que há tempos acharia
ridículo, e sinto falta do meu antigo – e parece que verdadeiro – eu. Não é que
eu não queira, só acho difícil crescer sozinha assim, rodeada por pessoas que
não pensam do mesmo jeito que eu e não tem os mesmos gostos. Não sou uma pessoa
solitária, pelo contrário: tenho amigos que gostam de mim de verdade, e o
sentimento é recíproco. Quer dizer, como eu vou desenvolver meus pensamentos
sem alguém para discuti-los? Sem alguém com quem conversar, argumentar, se
rebelar. Não sou uma anarquista, a rebelião da qual eu falo é a interior. É
aquela que faz você mudar e mudar os outros pra melhor. Contextualizando: não
ser somente mais um número, mais uma cabeça que se encaixa na massa, mais dois
braços trabalhando para bancar corruptos é a meta. Quero que minha cabeça seja
morada de teorias, estratégias, meios de melhorar onde eu vivo. Quero que meus
braços sirvam sim para o trabalho, porém, para o trabalho não somente em meu
benefício e àqueles que ostentam cargos imensos, mas sim aos menos favorecidos,
voluntariamente; quero também que eles sirvam para ajudar o meio-ambiente no
plantio de árvores e para afagar a dor e a tristeza de alguém quando precisar
de um abraço. Aliás, mídia, eu tenho um coração, um cérebro – que funciona
muito bem, ao contrário do que você almeja, e dois olhos conectados com minha
língua, que é bem afiada, para denunciar qualquer injustiça que eu veja. Eu não
sei a razão de ter escrito esse texto – talvez porque eu estou irritada com as
garotas que escutam sertanejo e tiram foto fazendo biquinho, ou com os garotos
que acham que gastar metade do salário da mãe em um tênis é algo cool. Pode ser
porque eu não tenho ligado pra opinião de absolutamente ninguém e tenha me dado
o luxo de escrever textos misturados.Talvez seja porque eu não falo as coisas
ruins para as pessoas a fim de mantê-las bem, felizes, confortáveis. Pode ser, ainda, porque eu acho uma tremenda
falta de bom senso estar no poder e não saber usá-lo, ter como e não ajudar as
pessoas que necessitam de apoio, ser alguém fútil que só se preocupa com a
aparência e o novo lançamento da Accessorize (aliás, não faço a mínima idéia e
questão de saber como se escreve isso). Continuem indo pra escola com esse
sorriso falso, esperando pelo final de semana, onde as únicas coisas que serão
feitas vão ser ir pra festa, beber, beber beber, pra depois cair na cama e
esquecer da vida. Falando em vida, acho que a de vocês anda pela estrada
certa...aquela cheia de buracos. Abaixo a ignorância, por um mundo melhor –
pelo amor de Deus! Eu não sei, só sei que não sou o que vocês querem.
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06 outubro, 2010
Você sabe qual é sua vocação?
Por: Rhaíssa Porto / Comportamento, Trends, Sem Categoria
Com tantas profissões disponíveis, acabamos ficando confusos
ao optar por somente uma – afinal, é aquilo que faremos ‘pro resto da vida’. Se
‘tentar escolher a blusa que vou usar já é difícil, imagine só quando for
preciso escolher a faculdade que vou cursar!’ é a frase que mais se repete no
seu subconsciente, posso diagnosticar que você sofre de um mal mais comum que
parece: indecisão. Pensando nisso, decidi fazer um post dedicado à somente uma
coisa: te ajudar a descobrir sua vocação – se é que isso é possível.
Se você vai comer um elefante, comece pela cauda. Isso
mesmo: se concentre em fazer bem aquilo que está planejado para HOJE. Tá, mas o
que isso tem a ver com você? Simples: por enquanto, a única real obrigação que
você tem, é a obrigação com os livros e cadernos, certo? Então dê o seu melhor
e estude muito, afinal, o conhecimento vai ser a principal diferenciação entre o
seu e os demais currículos, no futuro.
Descubra algo em que você é muito bom. Pode ser desde
resolver cálculos matemáticos, pintar quadros, tocar algum instrumento, até
jogar videogame: deve ter alguma coisa que você faça bem – ou pelo menos tenha
facilidade. Se não achar nada em que você seja bom, não desanime: a prática
leva a perfeição. Ou seja: escolha algo que você goste de fazer, pratique, e vai
se dar bem.
Desistir não é o fim. Você pode tentar alguma coisa,
desistir, começar de novo, desistir outra vez... Afinal, só experimentando
vários sabores, decidimos qual é o nosso favorito!
Informe-se. Depois de achar alguma coisa na qual você é bom –
e gosta de fazer, pesquise profissões as quais envolvam algum tipo de atividade
como essa, e então vá aprendendo sobre a rotina de trabalho, os requisitos para
alguém que quer seguir essa carreira, as horas de trabalho, a remuneração...
Tudo é importante.
Faça um teste vocacional. Os resultados não são científicos
e nem totalmente certos, mas podem ajudar – e muito! – a decidir o que vai ser
do seu futuro. Além do fato de que fazendo um teste você responde à questões
que, muitas vezes, nunca se perguntou, e acaba descobrindo muito mais sobre
você, o resultado pode te ajudar a eliminar de vez certas profissões que não
tem absolutamente nada a ver com você da sua listinha. Existem testes
vocacionais totalmente gratuitos e online, como esse e esse aqui.
Não tenha medo. Só porque você escolheu uma carreira
difícil, ou que possua um mercado de trabalho muito concorrido, não é motivo
para ter medo e desistir. Aí, foco, autoconfiança e ter em mente que nem tudo
são flores são requisitos primordiais. Por exemplo: você quer muito ser músico,
porém, sabe que o mercado de trabalho é altamente disputado. Qual a solução? Se
esforce! Dê o seu melhor, aprenda sempre coisas novas, e verá os resultados.
Quem se dedica automaticamente se destaca no meio da massa, e ganha prestígio
facilmente.
Espero ter ajudado, xx.
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25 setembro, 2010
E agora?
Por: Rhaíssa Porto / Txt, Sem Categoria
Quem disse que essa história de contos de fadas existe? As
pessoas criam histórias para satisfazer sua necessidade de vivenciar – ainda
que somente nos livros – aquilo que não conseguem na vida real. E, quer saber?
Ando meio cansada da realidade. De tudo isso, de ter que esconder todos esses
sentimentos, e estufar o peito para seguir em frente toda vez que cruzar a
esquina e, com o olhar embaçado pelo vento frio, te avistar. Então eu gasto meu
tempo e minhas generosas xícaras de café escrevendo textos para alguém que
simplesmente não faz nada para merecê-los, e deixo as palavras substituírem
possíveis lágrimas, adotando assim, o papel como ombro amigo. Ainda que eu
prefira passar as tardes tediosas de inverno sentindo seus braços em torno do
meu corpo e seu doce perfume, me contento com alguns minutos de conversa – só
como amigos - ao celular, e com as histórias que eu crio – onde não há
príncipes, pois isso seria muito clichê, mas há algo que ando duvidando da real
existência: o amor. Tento fugir dos devaneios, pois eles me levam a crer que
algum dia você possa retribuir tudo o que sinto por ti, mas clico em ‘sign out’
dos meus sonhos, e sofro ao quadrado por saber que isso é uma bela e estrondosa
mentira. Então dou o último gole no café, escolho uma cor que esquente minha
tarde nublada, e volto aos meus contos. Afinal, acho que a realidade não foi
feita pra mim.
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08 setembro, 2010
Be careful what you wish for, cause you might get it.
Por: Rhaíssa Porto / Txt, Sem Categoria
E às vezes, a única coisa que você quer é abraçar alguém,
chorar e esquecer todos os problemas. Esquecer, simplesmente se desligar de
tudo e todos e apertar o botão ‘Dane-se, realidade’. Mas o mundo te chama, e
mais uma vez bate à sua porta com o intuito de te derrubar e te fazer sentir
exatamente o que você está sentindo agora: tristeza. Tristeza por não ter o que
deseja no exato momento em que deseja, por estar impossibilitado de ver alguém,
tristeza por não ser mais criança, e ter que lidar com seus próprios problemas,
que, agora, são bem mais complicados que uma boneca ou um carrinho quebrado. E
tudo o que você quer é se ver livre das pessoas fúteis, livre dessa maldade que
cerca o mundo, livre da escola, dos problemas com o namorado, livre dessa
angústia que é ter que esperar por algo... E é nesse momento que chega alguém e
te diz: liberdade demais, sufoca.
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27 agosto, 2010
Seu segundo coração, Pt. II.
Por Rhaíssa Porto / Sem Categoria
Com um enorme salto, recuei. O conteúdo da caixa havia se
projetado no ar, como um filme em 3D. Um filme que eu reconhecia...um filme
sobre minha vida. Constituído por memórias, lembranças dos momentos mais
importantes de toda a minha pequena existência. Comecei a me lembrar de todos
os meus amigos, de minha família e de todas as pessoas que haviam sido
importantes pra mim, em toda aquela turbulência que eu estava enfrentando, e a
saudade tomou conta de mim até o último fio de cabelo, tomou conta até de minha
alma. Onde eu estava? Por um momento, havia me concentrado tanto em tudo aquilo,
que tinha esquecido que estava perdida, sem ao menos saber se aquilo era um
sonho, ou se era realidade. Prestei atenção no ‘filme’, enquanto recordava
todos os sentimentos que eu havia experimentado ao longo de cada situação
mostrada nele. Tudo fazia sentido, até que uma enorme onda de horror tomou
conta de mim.
Continua.
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23 agosto, 2010
Seu segundo coração, Pt. I.
Por: Rhaíssa Porto / Sem Categoria, Txt
Um sonho. Definitivamente, aquilo só podia ser um sonho. Eu
estava perdida no meio do breu da noite, em uma rua demasiada pequena para o
meu tamanho, quando reparei que, na esquina, algo brilhava em um tom dourado.
Me aproximei, e, trêmula e com medo de que aquilo representasse algum tipo de
ameaça pra mim (eu estava completamente sozinha, no escuro, em um lugar
desconhecido, o que não significaria uma ameaça pra mim?), vi que se tratava de
uma espécie de caixa. Pequena, ela era incrustada de pedras vermelhas, que,
acredito eu, eram rubis. Era simplesmente linda: a peça mais delicada que eu já
havia visto durante meus meros 15 anos de vida. Me pus de joelhos diante dela
para comtemplá-la, e me vi pegando-a – ou melhor, tentando pegá-la, pois era
muito pesada para que os meus fracos e magros braços agüentassem tanta carga
sobre eles. Não hesitei e, curiosa, abri a caixa.
Continua. <3
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10 agosto, 2010
O amor e os fones de ouvido
Li esses dias um tweet do @segredodegarota, um perfil que eu
gosto muito no twitter. Era mais ou menos isso:
‘Seus relacionamentos eram como fones de ouvido: ela era o
lado que sempre estragava primeiro.’
Fiquei pensando, e nossa, faz muito sentido. Muito mesmo.
Pare pra pensar: você realmente para pra enxergar o seu reflexo no vidro da
vitrine, ou só enxerga a manchinha na roupa da sua amiga? É disso que eu estou
falando. Nós vivemos como se estivéssemos fora de nós, vivemos observando os
outros e isso nos torna mais críticos do que já temos tendência a ser. Então
agora eu pergunto: você para pra refletir, de vez em quando, se está fazendo a
coisa certa? Se está tomando a decisão correta ao simplesmente criticar o
outro, não se colocar no lugar dele e achar que está certa, acima disso? As
vezes fazemos isso sem nos dar conta, e é esse um dos nossos maiores defeitos.
Devemos parar, refletir e ver se, o que está se passando é ocorrência da nossa
falha, ou realmente é descuido da outra pessoa. Não seja o lado do fone de
ouvido que estraga sempre primeiro. Seja aquele lado que, mesmo sozinho,
consegue emitir muito bem o som, o que faz com que a pessoa que te possui,
queira te carregar sempre com ela.
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03 agosto, 2010
Escritora? Nah!
Por: Rhaíssa Porto / Sem Categoria
"Eu ainda podia sentir a brisa que vinha da praia. Já eram
duas horas da manhã, e nem um respingo de sono moveu as minhas pálpebras. Deve
ser por causa do aperto no coração que eu estava sentindo. Dois meses eram
realmente muito tempo para ficar sem ver o rosto da pessoa que você mais ama
nesse mundo. Meus pais já estavam dormindo, - afinal, quem não pegaria instantaneamente
no sono, com aquele barulho das ondas quebrando?- e eu tive uma súbita vontade
de ir caminhar na beira da praia. Eu não estava conseguindo dormir, e tampouco
tinha vontade de fazê-lo, então decidi que iria obedecer minha vontade, e ir de
encontro ao mar. Ver o mar me acalmava – sempre me acalmou. Quando eu estava
com problemas, o oceano era o meu único verdadeiro amigo, que me escutava e até
mesmo aconselhava – o barulho das ondas eram como palavras de consolação
derramadas sobre meus ouvidos. Não fiz barulho algum, peguei minhas chaves e o
celular, e saí pela rua – ainda silenciosa, com medo de que alguém notasse a
minha pequena ‘travessura’. A casa de praia ficava a somente duas ruas da casa
do meu melhor amigo – o mar, mas mesmo assim dei passadas longas para apressar-me,
pois eu precisava de algum consolo, alguém – ainda que não uma pessoa- para me
dizer o que fazer.
Cheguei. Caminhei pela beira da praia, molhando muito pouco
meus pés – a água estava gelada. A noite estava linda: cheia de estrelas, e a
lua, brilhante como nunca. Ainda que a iluminação que cobria a rua mais próxima
da praia fosse escassa, a noite estava clara – o breu, que tanto me sufocava,
agora não existia mais. Sentei, com alguma esperança de que meus pais não notassem
a minha falta – só agora tinha visto o tamanho da loucura que eu tinha feito.
Sem pestanejar, ao olhar as ondas e ao sentir o vento batendo em meus cabelos,
caí em lágrimas de dor – parecia uma criança ao ser tirada do colo da mãe. Eu
estava morrendo de saudades, não podia me conter, aquelas lágrimas estavam
sufocadas havia tempos, e essa era a hora de dizer pra mim mesma o quão covarde
eu fui quando o abandonei. Augusto era um garoto diferente de todos os outros –
ele não era imaturo, ou irresponsável como os outros de sua idade. Ele tinha o
sorriso mais lindo de todos, aquele sorriso que, instantaneamente, melhorava o
seu dia, como num passe de mágica. Ao contrário do que pensei que ia, o mar só
me fez mal. Comecei a me lembrar de tudo o que passamos juntos, de todas as
nossas conversas, das risadas sem motivo, e chorei mais ainda. Por incrível que
pareça, me desfiz completamente daquela máscara de ‘forte’ que eu trazia
escondendo minha face, e me senti a pior das criaturas – afinal, eu havia
jurado a ele que toda essa turbulência nunca iria acontecer no nosso ‘relacionamento’.
O relógio do calçadão bateu três horas da madrugada, e pensei alto ‘Nossa,
fiquei por uma hora inteira parada e chorando aqui, isso é muito tempo.’ Me
levantei, enxuguei os vestígios de lágrimas do meu rosto e o lavei com a água
salgada e fria que estava a minha frente. Estava decidida a voltar pra casa,
quando o celular tocou. Estremeci. ‘E se fossem meus pais, me procurando? O que
eu faria? Pegaria castigo eterno, nossa!’ essas eram as únicas palavras que
passavam pela minha mente. Sem hesitar, peguei o celular para conferir o número
que estava me ligando. Não eram meus pais. Não era nenhuma amiga. Era o nome
que eu tanto temia, mas temia de um jeito complexo: Augusto. Imediatamente,
lembrei-me dele arrumando a pouca franja que restava por sobre sua testa,
ajeitando o casaco xadrez e sorrindo – um sorriso breve, mas que, como sempre,
me deixou alegre.
‘ Luiza, é você? Não estou te incomodando, estou? Mil
desculpas, mas eu precisava ouvir sua
voz. Eu não consigo dormir há dois dias, to com muita saudade. Desculpa mesmo,
eu ia mandar um sms, mas você sabe, eu precisava ouvir sua voz.’ – disse ele,
num tom encabulado até demais.
‘Eu estou na praia. Eu sei, parece insano falar isso a essa
hora, mas não estou mentindo. Augusto, eu vim parar aqui por sua causa, eu não agüento
mais essa saudade. E me desculpe você, pelo tom desesperado da minha voz...’-
caí em lágrimas outra vez. Meu Deus, nunca tinha me dado conta do quanto eu era
frágil!
‘Aaai...Não chore, por favor. Vou me sentir a pior das
criaturas se for o motivo de uma lágrima sequer que escorra dos seus olhos. Eu
também estou com muita saudade. Já fazem dois meses que eu não te vejo...parece
que tem uma lâmina arranhando meu coração. Mas olha só, pensa que daqui a duas
semanas nós vamos nos ver. São só duas semanas! – vibrou ele. E duas semanas
não são nada perto de todo o tempo que nós esperamos, não é mesmo?’
Controlei-me, e parei de chorar.
‘Eu sei, mas - fiz uma pausa- não vou aguentar. – falei, com
um certo desânimo na voz. Prometo que vou tentar, mas eu vou te ligar todos os
dias ta? Preciso saber se você está bem e tudo mais...’
‘Claro, claro. Mas aí deve ser perigoso, Mel. Volte pra
casa! Você ta me deixando preocupado, sozinha aí...Por favor, faça o que eu
estou te pedindo. E deixa essa história de ligar todos os dias pra mim, eu te
telefono, vai ser bem melhor.’
‘Ok.’ – disse, olhando para a pulseira com um coração que
estampava o seguinte dizer: “oma et ue”, que, de trás pra frente, significava ‘eu
te amo.’ Augusto era apaixonado por coisas ‘estranhas’, e era até um pouco
nerd. Se interessava por todos os assuntos no estilo ‘teorias da conspiração’ ou
‘vida fora da Terra’. Aquilo me amedrontava um pouco, mas até eu estava
começando a me interessar por coisas desse tipo também.
‘Olhe para a sua pulseira, e nunca se esqueça do dia em que
eu a dei de presente pra você. Tenho que desligar, eu te amo.’
‘Já estava olhando. – respondi, com um sorriso no rosto. E você
também nunca se esqueça daquilo que eu te digo todos os dias: eu te amo bem
mais do que você pode imaginar.’
Desligamos. E aquela foi a melhor conversa por telefone que
eu já tive com alguém. Recolhi minhas chaves, e comecei a caminhar por dentro
do mar, na parte rasa. A água estava gelada como nunca, mas eu nem estava
ligando. ‘Eu falei com ele, tudo já está bem.’ era a única coisa que eu conseguia
manter em minha mente por esse momento. Caminhei lentamente, e cheguei até a
casa em que estávamos hospedados. Deitei-me, ainda com os pés molhados, e mergulhei
profundamente no sono que havia estado em falta durante todo esse tempo que eu
estivera ficado sem falar com Augusto."
Mil desculpas pelo texto amador, é o meu primeiro. Estava sem nada pra fazer, de repente comecei a escrever, surgiu a ideia e eu postei aqui. Beijos <3
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29 julho, 2010
Olá novamente, rotina.
- Por: Rhaíssa Porto / Sem categoria.
Alô, galera de caubói, alô galera de peão! Como estão as
férias de vocês? Muito tédio? As minhas até que não estão tão ruins, mas,
enfim...Vocês repararam que nós desativamos o blog por um tempo, né? Então. Fizemos
isso para tirarmos umas férias e termos idéias novas pra trazer pra cá. É
sempre bom abrir a mente e experimentar coisas novas, e foi isso o que nós
decidimos fazer durante esse tempinho que nós ficamos de fora. Mas agora, o nosso canalzinho voltou, e com programas novos
pra vocês k. Como vocês podem ver, o blog vem sofrendo contínuas
mudanças, mas agora resolvemos dividir os posts em tags/marcadores, o que vai
deixar bem mais fácil a localização dos posts que falam assunto que você quer
ler. Esses marcadores estão ali do lado, logo acima da caixa de pesquisa, que
foi outra coisa que nós decidimos colocar aqui pra facilitar a vida de vocês,
rs.
Então, vou apresentar as tags novas pra vocês:
Comportamento: O assunto dessa tag é meio óbvio, mas enfim, nela você encontrará dicas e coisas do gênero, que serão úteis no dia a dia.
Trends: Nos posts marcados com a tag ‘trends’ vão estar as
novidades, as tendências e tudo o que surge de novo tanto no mundo virtual,
quando no real.
Play: A tag play será colocada nos posts que falarem sobre
música, filmes, livros, séries, e todas as novidades que aparecerem dentro
desses gêneros citados aí em cima.
Daily Life: Nessa tag, vocês vão encontrar textos que falem sobre
nós, nosso dia a dia ou simplesmente aqueles textos vindos de algum lapso de
inspiração que veio nos iluminar. rs
Comofas: Além de outras surpresas que estão por trás dessa
tag, que *suspense* serão reveladas mais tarde, os posts com essa tag vão explicar
como fazer alguma coisa. Pode ser algum acessório, alguma receitinha ou até um
penteado que seja fácil de fazer, e cool.
Moda: Nessa tag, obviamente, nós falaremos sobre a moda. Não
precisa ser somente a moda, mas a produção de algum editorial, uma aposta
nossa...coisas desse tipo.
Nails: Nós três somos viciadas em esmaltes, por isso
decidimos criar essa tag aqui. Lendo posts que contenham a tag ‘nails’, vocês
vão encontrar dicas de tendências para as unhas, e até mesmo dicas úteis para o
dia a dia, como por exemplo como fazer o esmalte durar mais.
Novas tags estão sendo elaboradas, mas a princípio, é isso
mesmo.
Obrigada por esperarem o blog voltar à ativa, eu vi que,
mesmo sem posts, o número de visitas cresceu continuamente! *-*
Xoxo, ♥.
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11 julho, 2010
Explicações, hm
-postado por: @theycallmerha
Olá abigos! :D q
Tô passando rapidinho só pra dar algumas explicações, rs.
É o seguinte: mês de julho, todo mundo de férias, e os que
não estão atirados dormindo até mais tarde, estão contando os dias para as
semanas mais esperadas do meio do ano. Então, nós blogueiras, queridíssimas
(não), decidimos dar um ~presentinho~ pra vocês: o ‘especial férias de inverno
do NEOC’. Durante esse período, que vai se estender do dia 15 ao 31 de julho,
nós vamos postar com mais freqüência, e nem sempre aqueles posts comuns. Vamos
procurar trazer vídeos, dicas de músicas, matérias e notícias legais, tudo pra
fazer com que você passe longe do caminho do tédio.
Ok, era isso.
E, eu tava lendo os meus posts (bem) antigos, e eu era tão engraçada )= (deixei a modéstia de lado agora k)
Não sei, eu pelo menos ri dos meus textinhos amadores k
Vou tentar voltar aos velhos tempos e fazer alguma coisa
realmente interessante de se ler (ta difícil k), pelo menos durante o Especial.
Besitos :*
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